Syngenta renova protocolo de parceria com a Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes

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Dar formação aos viticultores com vista ao aumento da produtividade das vinhas e melhoria da qualidade das uvas e do vinho é o objetivo do protocolo celebrado entre a Syngenta e Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes.

A Syngenta e a Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV) renovaram na passada semana o protocolo de formação existente entre ambas as entidades, que permite aos viticultores da região aprofundar o conhecimento sobre proteção da cultura da vinha e boas práticas de pulverização.

Um dos projetos formativos mais emblemáticos da CVRVV é a “Academia dos Vinhos Verdes”, que em 2017 movimentou mais de 1.500 produtores nos cursos abertos sobre viticultura, enologia e marketing. Para 2018 estão programados 15 cursos. Os técnicos da Syngenta integram a equipa de formadores da “Academia dos Vinhos Verdes”.

«O protocolo que temos com a Syngenta não se limita a uma vertente comercial, pois há o empenho de ambas as equipas no sentido de transmitirem conhecimento aos produtores. Isto faz-se ao longo do ano por vários meios, dos quais destaco: os cursos da “Academia dos Vinhos Verdes” e o jornal “Boas Vinhas”, distribuído gratuitamente aos mais de 18.000 produtores da região», explica Manuel Pinheiro, presidente da Comissão Executiva da CVRVV.

Para a Syngenta este protocolo representa «uma oportunidade de partilhar informação com os viticultores da região dos Vinhos Verdes para que os tratamentos das vinhas sejam realizados no momento ideal, de forma eficaz e totalmente segura para os aplicadores e meio ambiente», afirma António Howorth, gestor de campanhas da Syngenta, destacando «o trabalho meritório que a CVRVV tem realizado na promoção da qualidade e na valorização dos Vinhos Verdes».

Este ano, com o lançamento do AMPEXIO, nova linha de fungicidas anti-mildio sem mancozebe nem folpete, a Syngenta disponibiliza aos viticultores nacionais uma nova “ferramenta”, que para além de ser extremamente eficaz em campo, é segura para os mercados de exportação.

Em 2017 a produção de Vinho Verde atingiu os 93 milhões de litros, um aumento de 30% face ao ano anterior, repondo os stocks da região que estavam a zero. «Entramos em 2018 com uma excelente oferta de quantidade e qualidade, o que nos permite ambicionar uma posição reforçada no mercado», afirma Manuel Pinheiro.

No ano passado as vendas de Vinho Verde aumentaram 4% em Portugal (é a segunda região com maior volume de vendas, depois do Alentejo), mas aumentaram a dois dígitos nos segmentos de maior valor, como são o Alvarinho e oLoureiro. No mercado externo, 2017 foi o 13º ano consecutivo de aumento de exportações, que já representammais de 50% das vendas globais de Vinho Verde. Alemanha e EUA são os mercados principais.

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