Proibida venda de Árvores de Citrinos no Norte de Portugal

 In Notícias

Está proibida a venda de árvores de citrinos em grande parte do norte do país. Em causa está a psila africana dos citrinos (Trioza erytreae), que leva à morte da árvore. Não põe em risco a saúde pública mas está a afetar toda a produção nacional. A venda é proibida, mas segundo foi apurado, há quem o faça de forma clandestina.

Em Portugal apareceu pela primeira vez em janeiro de 2015. Mais de 1 ano depois, a mancha de infestação já é muito maior. Rapidamente se alastrou para grandes produções, onde os prejuízos são incalculáveis.
Para evitar a propagação, o Ministério da Agricultura e do Mar emitiu um despacho de proibição de venda destas árvores.

Se a proibição está ou não a ser cumprida é a grande preocupação das entidades, para que a praga não chegue ao sul do país, onde há a maior produção de citrinos.

Fonte: Agrozapp.

Showing 6 comments
  • Vitor

    Trioza!!!! Ok, è insignificante comparada com Xilella,

  • Teresa

    Se a praga inclui o Porto deveria haver um local aonde fosse possivel comprar os remedios.

  • Sergio Regales

    Isso é tudo muito bonito.. e toda a gente que tem ligação com o campo tem conhecimento que existem fitofarmaceuticos para combater.. mas se não tiver cartão de licenca de compra, não vendem.. e onde se tiram essas liçencas? Poucos sabem e é muito caro.. mais uma maneira do estado ganhar dinheiro a custa do ZÉ? Será que a interdição da compra desses fitofarmaceuticos se deve realmente á taxa de suicidio? Aqui no Algarve existem pragas como em todo o lado do pais.. mas as licencas para aquisição custam no minimo 150eur. Que é o calor da reforma de muita gente. . Alem de ter que frequentar um curso ‘especial de corrida’.. DEIXEM MORRER, PARA IMPORTAR.. QUANTO MAIS O ESTADO GANHAR MELHOR.. O POVO QUE SE F0☆@….
    .

  • Paula

    Estou abismada!!! Isto é anedota??? Porque só em algumas partes do Norte do país? No resto do país, não podem entrar limoeiros infetados???

  • Marketing Agrícola

    Caro Adérito Martins, Segundo publicação do DRAPN, “como medidas de combate a esta praga de quarentena, salienta-se a proibição da entrada no país de material de propagação de citrinos (plantas inteiras, porta-enxertos e garfos e borbulhas para enxertia), provenientes de países onde seja conhecida a existência de Tryoza eritreae. Cortar e queimar de imediato os ramos com sintomas da praga.

    Aplicar de seguida um tratamento contra as formas hibernantes de insetos e ácaros à base de óleo de verão, tendo o cuidado de atingir completamente toda a copa da árvore. As árvores afetadas devem ser sujeitas a monitorização durante o ano, para confirmação da eliminação ou não da praga e continuação da aplicação de medidas para o seu combate.

    Estão homologados em Portugal dois inseticidas neonicotinoides, um com base em tiametoxame (ACTARA 25 WG) e outro com base em imidaclopride (CONFIDOR OTEQ), para a luta contra Tryoza eritreae. A sua aplicação deve coincidir com os períodos de rebentação, sobretudo com os principais, de fim de inverno – primavera e de outono, apenas nas plantas afetadas e nas circundantes.” – informação veiculada pela Estação de Avisos de Entre Douro e Minho nº 01/ 2015.

  • Adérito Martins

    Mas então não existe combate à praga?

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